Alimentação Viva busca nos reconectar à natureza, fonte primordial de alimentos, promovendo saúde e bem-estar. É uma alimentação baseada em plantas com redução do consumo de alimentos cozidos, processados, ricos em pesticidas, conservantes, açúcares e gorduras; consequentemente, promove a diminuição dos riscos de doenças crônicas, como obesidade, diabetes e problemas cardiovasculares. Segundo o renomado médico Dr Alberto Peribanez Gonzalez, autor do livro “Lugar de médico é na cozinha”, a dieta ideal é composta por 80% de água e alimentos vivos, 10% de vegetais levemente cozidos e 10 % de cereais e leguminosas cozidos ou fermentados.

A alimentação viva ajuda a eliminar toxinas com rapidez e eficácia. Então para as pessoas que querem emagrecer, desintoxicar ou experienciar a clareza mental, física e espiritual, é aconselhável incluir a dieta crua, além de ser uma dieta altamente sustentável e ecológica. Com isso, ela pode levar a uma profunda conexão espiritual com a natureza e promover o autoconhecimento. Os alimentos vivos são ricos em ENERGIA VITAL e trazem a força da energia não apenas para o corpo, mas também para a mente, ajudando a purificar os canais sutis do corpo e a expandir a consciência. A consciência alimentar reconhece quais alimentos nos faz bem e naturalmente passamos a consumi-los.

Inúmeras pesquisas comprovam os benefícios da prática de uma alimentação viva, mas a melhor pesquisa talvez seja nós mesmos, observando os benefícios proporcionados à nossa saúde a medida que fazemos as mudanças para esse estilo de vida! Começar a praticar a alimentação viva pode ser uma mudança significativa no estilo de vida, mas pode ser feita de forma gradual e com planejamento. Aqui vão alguns passos para você ingressar nessa jornada de autocuidado:

1 – Informe-se: aprenda sobre os princípios da alimentação viva, os tipos de alimentos permitidos e os benefícios potenciais. Busque um profissional qualificado que possa te auxiliar neste processo.

2 – Comece com pequenas mudanças: Não precisa mudar tudo de uma vez. Comece adicionando mais frutas frescas, vegetais crus e sucos naturais à sua dieta.

3 – Explore receitas: procure receitas de pratos crus que sejam saborosos e nutritivos. Existem muitas opções criativas, como saladas coloridas, smoothies, wraps com folhas verdes e sobremesas à base de frutas.

4 – Planeje suas refeições: esse passo é essencial. Dê prioridade para a organização alimentar na lista de tarefas do seu dia, da sua semana. Deixe um tempo para planejar e preparar refeições nutritivas e evitar a monotonia alimentar.

5 – Visite feiras orgânicas: procure conhecer os produtores de alimentos orgânicos próximos à você para obter ingredientes frescos e de alta qualidade para sua dieta viva.

6 – Escute seu corpo: à medida que faz a transição para a alimentação viva, preste atenção aos sinais do seu corpo. Cada pessoa é única, e pode ser necessário ajustar sua dieta para atender às suas necessidades individuais.

Começar uma alimentação viva pode ser uma jornada emocionante na direção a uma vida mais saudável e consciente. A alimentação viva não é apenas uma dieta, mas sim um estilo de vida que promove o autocuidado através da nutrição natural e da conexão consigo mesmo. Incorporar esses princípios pode não apenas melhorar a saúde física, mas também a Nutrição Integral do Ser, a nutrição do corpo, da mente e da alma, promovendo equilíbrio e vitalidade para a realização de nossos propósitos de vida.